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Programa Liderança para Segurança Climática

por Fonte: O povo publicado 04/07/2010 00h00, última modificação 15/03/2019 09h19
A Agência Nacional De Águas (ANA) pretende implantar em todo o país, até 2015, um sistema padronizado de avaliação e monitoramento das águas. Com isso, terá condições de informar à sociedade o nível e o tipo de poluição das águas dos principais rios brasileiros.
A Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças (ABDL) lança a terceira edição do programa Liderança para Segurança Climática (Lead).
 
Edgard Patrício
 
O programa promove o desenvolvimento de lideranças para uma sociedade de baixo teor de carbono combinando enfoques, metodologias e disciplinas que contemplam as dimensões pessoal, organizacional, interpessoal e sistêmica. O processo de formação concentra-se no fortalecimento de agentes dos diferentes setores da sociedade interessados/as em promover iniciativas inovadoras em suas comunidades e/ou organizações.
 
As turmas são formadas por pessoas oriundas de diferentes áreas de conhecimento e campos de atuação. Os encontros presenciais equilibram conteúdo (palestras, apresentações, visitas de campo e vivências dos/as participantes), processo (dinâmicas de grupo, diálogos, colaboração) e assessoria individual (coaching), voltados ao aperfeiçoamento e implementação das iniciativas nos contextos onde são desenvolvidas. Durante os seis meses do programa (setembro/10 a fevereiro/11) estão previstas 152 horas presenciais e 100 horas de atividades à distância.
 
São quatro os eixos temáticos do Programa: 1) Mudanças Climáticas: Ciências do clima, geopolítica e economia da mudança climática, desafios para mitigação e adaptação, oportunidades e empreendedorismo para uma sociedade de baixo carbono e inovação; 2) Liderança: Teoria e prática de abordagens de liderança que articulam o desenvolvimento de recursos internos e externos; liderança colaborativa e inovação; 3) desenvolvimento sustentável: Sustentabilidade, visão sistêmica, mudança, transformação e desenvolvimento; 4) Redes: Comunicação, colaboração, facilitação, participação, diálogo e engajamento de atores. Inscrições e envio de formulários até 13 de agosto. abdl@a bdl.org.br.
 
CAETANOS DE CIMA
 
A exposição Historiando Caetanos de Cima está aberta para visitação de escolas e grupos organizados mediante agendamento prévio. O Historiando é um projeto que trabalha história e identidade locais a partir de metodologias de pesquisa participante com moradores de comunidades tradicionais, revelando práticas e costumes peculiares que fazem de cada lugar um espectro da diversidade cultural existente e cada indivíduo um sujeito da sua própria história.a exposição ocorre no Galpão de Pesca de Caetanos de Cima, município de Amontada (CE). (85) 9626 6769.
 
EMISSÃO DE CARBONO I
 
No último mês de maio, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) comprovou a eficácia das áreas protegidas da Amazônia na redução de emissão de carbono. Ficou demonstrado que as áreas protegidas foram responsáveis por 37% da redução do desmatamento entre 2004 e 2006. E que a criação de novas áreas poderá evitar a emissão de 8 milhões de toneladas de carbono até 2050.
 
EMISSÃO DE CARBONO II
 
Desde 2003, o Brasil foi responsável por 73% das áreas protegidas que foram criadas em todo o mundo. Apesar disso, ainda são necessárias novas áreas que cubram aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha. Só assim o País cumprirá as metas para 2010 firmadas na Convenção sobre Diversidade Biológica – o principal fórum mundial para temas e questões relacionados à biodiversidade. (com informações do WWF-Brasil)
 
DE OLHO NAS ÁGUAS
 
A Agência Nacional De Águas (ANA) pretende implantar em todo o país, até 2015, um sistema padronizado de avaliação e monitoramento das águas. Com isso, terá condições de informar à sociedade o nível e o tipo de poluição das águas dos principais rios brasileiros. A avaliação também vai ajudar os governos a identificar prioridades para as políticas públicas. Laboratórios serão montados no âmbito de um trabalho de capacitação de técnicos nos estados. Serão estabelecidos critérios padronizados de monitoramento, o que facilitará a compreensão contextualizada e comparativa das informações obtidas.
Texto:Fonte: O povo