Você está aqui: Página Inicial > Notícias antigas > Diminui o déficit de acesso à coleta de esgoto

Diminui o déficit de acesso à coleta de esgoto

por ASCOM/ANA publicado 25/11/2009 00h00, última modificação 14/03/2019 16h34
Pesquisa do Instituto Trata Brasil revela que, pela primeira vez na história, número de brasileiros atendidos pela rede de esgoto é superior ao dos que não contam com o serviço25 de novembro_Nos anos de 2007 e 2008, o Brasil registrou uma forte aceleração na queda do défici
Pesquisa do Instituto Trata Brasil revela que, pela primeira vez na história, número de brasileiros atendidos pela rede de esgoto é superior ao dos que não contam
com o serviço


25 de novembro_Nos anos de 2007 e 2008, o Brasil registrou uma forte aceleração na queda do déficit de acesso a rede de esgoto, da ordem de 4,18% ao ano. Para alcançar a meta do milênio do acesso a saneamento, o Brasil precisaria ter expandido a rede em 2,77% ao ano no período 1990-2015. Se os investimentos no setor forem mantidos, o Instituto Trata Brasil acredita que será possível reduzir o déficit à metade em 16 anos ou seja a meta definida pela ONU para 2015 será alcançada com dez anos de atraso. A conclusão é resultado da quinta etapa da pesquisa do Instituto Trata Brasil, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas: A Falta que o Saneamento Faz, e divulgada ontem em São Paulo. A pesquisa completa está disponível no site www.tratabrasil.org.br.

O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a criação do Ministério das Cidades e a nova lei do saneamento contribuíram significativamente para que houvesse uma evolução no setor. “Mas esse crescimento ainda é tímido. É vital que os investimentos continuem de forma constante e em longo prazo; tanto em relação à implantação da rede, mas também na qualidade do serviço prestado”, esclarece o presidente do Trata Brasil, Raul Pinho.

De acordo com a pesquisa, 49,1% da população brasileira ainda não dispõem de acesso a rede de esgoto. “Temos, pela primeira vez na história do País, mais da metade da população atendida pela rede e desde 2007 uma aceleração na velocidade da redução do déficit para um ritmo que nos permitirá, se mantida, atender a meta de saneamento da ONU em 16 anos e não em 25 anos. Neste sentido, 2008 foi o Ano do Saneamento Básico no País, confirmando o desígnio da mesma ONU”, adianta o pesquisador Marcelo Neri, coordenador da pesquisa.

Contudo, a taxa de redução do déficit até o ano de 2006 foi de apenas 1,31% ao ano o que levaria 56 anos para cumprir a meta da ONU. Um ritmo pelo menos um terço mais lento do que o do combate a pobreza, que é de 4,2% ao ano. “Assim fica claro, a importância das políticas públicas e da participação da comunidade para que esse serviço avance”, continua o presidente do Trata Brasil.

Ainda segundo o levantamento, entre os serviços públicos disponibilizados aos domicílios brasileiros, a rede de esgoto ainda é o que tem a menor taxa de acesso, apenas 51%. Por outro lado, 98,6% dos lares contam com energia elétrica. A rede de água atende 82% das casas enquanto a coleta de lixo atinge 79,09% dos domicílios.

Destaques

Entre as capitais brasileiras, Belo Horizonte lidera o ranking do acesso a rede de esgoto com 97,4% da população atendida. Na segunda posição, está Salvador com 92,5% da população com acesso a rede de esgoto. São Paulo, que ocupava a vice-liderança em 2006, caiu para a terceira posição com 10% da população sem acesso a rede. Em seguida vem Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília, com 12,83%, 14,18% e 16,06%, respectivamente, da população sem rede de esgoto. Todas cidades-sede da Copa de 2014. Na rabeira do ranking estão Porto Alegre 67%, e natal 74,7%.

Nas últimas posições do ranking geral das capitais estão, Porto Velho com 94,01% e Macapá com 96,7% da população sem acesso a rede de esgoto.

Pinho lembrou que recente estudo divulgado pela Organização Mundia da Saúde (OMS) mostra que há 18 milhões de brasileiros sem banheiro. "O saneamento básico no Brasil está no fim da fila das prioridades”, conclui o especialista.

Metodologia

A pesquisa considerou os dados do último Censo Demográfico, da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), do Censo Escolar e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008.

Fonte: Instituto Trata Brasil Workshop em Campo Grande prepara livro sobre gestão de águas transfronteiriças 2009-11-25 11:57:00 Não A Agência Nacional de Águas organizou um workshop internacional em paralelo ao XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), realizado em Campo Grande (MS) para discutir a gestão de águas transfronteiriças nas Am Rosana Hessel

A Agência Nacional de Águas organizou um workshop internacional em paralelo ao XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), realizado em Campo Grande (MS) para discutir a gestão de águas transfronteiriças nas Américas. Este workshop internacional durou dois dias e foi realizado no sentido de juntar os 14 autores de um livro que será publicado no segundo semestre de 2010, em inglês, para divulgar a experiência na área de gestão de bacias hidrográficas transfronteiriças nas Américas.

Os coordenadores do projeto são o diretor da ANA e também vice-presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, e o professor Asit Biswas, presidente do Centro do Terceiro Mundo para Gerenciamento da Água, sediado na Cidade do México.

“A ANA se destaca patrocinando e participando da organização do livro, do ponto de vista técnico também”, disse Braga. Segundo ele, o livro terá capítulos que relatarão as experiências da gestão de águas transfronteiriças nas Américas, como: na bacia Amazônica; na bacia do Prata; na região dos Grandes Lagos, no Canadá e nos Estados Unidos (EUA); no rio Colorado (EUA); e no rio San Juan, entre a Costa Rica e a Nicarágua.

O objetivo do workshop é compartilhar entre os autores do livro o conhecimento das experiências que cada um está preparando, receber sugestões dos organizadores e dos próprios autores, a fim de proporcionar um discurso homogêneo e dar uma coerência ao texto da publicação. O grupo de estudos deverá se reunir mais uma vez antes da finalização do livro.

Braga participa hoje de uma mesa redonda no simpósio da ABRH que discute o tema intitulado “Governança e Governabilidade de Águas Transfronteiriças”. O diretor da ANA preside a mesa que tem como palestrantes os especialistas Victor Pochat, Luiz Amore, Everton Luiz da Costa Souza (da Abas/Suderhsa) e Synara Broch (do governo do Mato Grosso do Sul). Pesquisador apresenta modelo atmosférico japonês 2009-11-25 10:53:00 Não Shoji Kusunoki, chefe do Laboratório de Modelagem Climática do Departamento de Pesquisa de Clima, pertencente ao Instituto de Pesquisas Meteorológicas do Japão (MRI, na sigla em ingês), proferiu palestra na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, sobre Raylton Alves

Shoji Kusunoki, chefe do Laboratório de Modelagem Climática do Departamento de Pesquisa de Clima, pertencente ao Instituto de Pesquisas Meteorológicas do Japão (MRI, na sigla em ingês), proferiu palestra na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, sobre modelos de projeção de aquecimento global desenvolvidos pelo MRI. A vinda do pesquisador japonês, em 20 de novembro, ocorreu a partir de uma parceria entre a ANA e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

Kusunoki – geofísico, mestre e doutor em Meteorologia pela Universidade de Tóquio – falou principalmente sobre o modelo atmosférico global com resolução horizontal em malha de 20km, o qual é utilizado pelo MRI e é capaz de realizar simulações e fornecer informações sobre mudanças climáticas básicas (temperatura e precipitação), tendências de vazões, formação de ciclones tropicais, entre outros. Além disso, o modelo adotado pelos japoneses possui detalhamento 100 vezes maior que os modelos globais normalmente utilizados e permite a realização de estudos de impactos associados. Durante a palestra Kusunoki disse que espera que o modelo japonês venha a se tornar uma ferramenta útil ao planejamento da gestão dos recursos hídricos no Brasil.

Além de servidores da ANA, compareceram à palestra representantes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Jica e do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento da França (IRD). Sustentabilidade da Amazônia em debate no simpósio da ABRH /www/SalaImprensa/anexos/not9171-imagem.JPG 2009-11-24 18:24:00 Não O primeiro dia do XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), em Campo Grande (MS), na segunda-feira (22), teve como tema de uma das três mesas “A Sustentabilidade da Amazônia”. O debate foi presidi Rosana Hessel

O primeiro dia do XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), em Campo Grande (MS), na segunda-feira (22), teve como tema de uma das três mesas “A Sustentabilidade da Amazônia”.

O debate foi presidido pelo diretor-presidente da ANA, José Machado, e teve entre os palestrantes a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. A senadora dividiu a mesa com o ex-diretor da ANA e professor da Universidade de Brasília (UnB) Oscar de Moraes Cordeiro Netto, a professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Elizabeth Cartaxo e o consultor Newton de Carvalho.

“Este simpósio ajuda a aprimorar a implementação dos instrumentos de gestão e a criar uma equipe técnica e robusta capaz de aplicar o conhecimento na gestão dos recursos hídricos.
Dadas as dimensões da Amazônia, é difícil ver e aplicar de maneira absolutamente mecânica o instrumental de monitoramento atual na região amazônica. O desafio de como fazer isso é muito grande”, disse Machado no início da mesa redonda.

O professor da UnB abriu as apresentações destacando a importância da bacia Amazônica, a maior do mundo em extensão terrestre cobrindo sete países: Brasil, Colômbia, Bolívia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela. “Compartilhamos a bacia Amazônica com diversos países e o que é feito nos outros países reflete no nosso território. Um dos maiores desafios é o trato da questão do aproveitamento dos recursos naturais nas áreas transfronteiriças. Para a sustentabilidade da Amazônia, a única saída é preservar. O Brasil só perde na forma de tratar interesses locais sem levar em consideração a Amazônia e sem refletir sobre propostas sobre as questões dos grandes projetos hidrelétricos o desafio da integração nacional”, disse Netto.

A senadora, como uma das maiores defensoras da Amazônia, também destacou a importância da região no equilíbrio do planeta. Segundo ela, se ocorrem chuvas nas regiões Sul e Sudeste, é graças à grande umidade da Amazônia e, se a floresta for desmatada, o volume de CO2 seria tão grande que sufocaria não só o Brasil como todo o planeta. Marina ressaltou a diversidade da Amazônia, não apenas a biológica mas também a cultural. “Existem mais de 280 tribos que falam mais de 120 línguas na Amazônia”, destacou. “Vivemos uma crise econômica e também ambiental sem precedentes. O desafio para sair dela é muito grande. É preciso pensar na Amazônia em todos os serviços ambientais. O Brasil é uma potência ambiental e precisa fazer jus dessa capacidade e para isso precisa ver com os olhos a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, com um bioma riquíssimo e o serviço que ela presta para o planeta é a regulação climática. A Amazônia é uma bomba de gás de efeito estufa, se for destruída o planeta não suportará”, disse.

O domínio de técnicas de reflorestamento sustentáveis foi uma das defesas de Marina. Ela criticou a tecnologia atual da pecuária e da agricultura utilizada no País. “Não se pode querer ser o maior produtor de carne e de grãos do mundo aplicando a tecnologia dos índios. É preciso aplicar técnicas sustentáveis, com culturas diversificadas, de forma a fazer com que a economia obedeça as regras da natureza. Na Amazônia há espaço para a pecuária, a soja e o turismo, mas de forma diversificada”, afirmou Marina, lembrando que a definição de desenvolvimento hoje é sinônimo de desenvolvimento sustentável. “A sustentabilidade é capacidade de utilizar os recursos naturais para real necessidade sem comprometer a necessidade para aqueles que ainda não nasceram. Se fomos tolerantes com a crise econômica, temos que ser também com a questão da crise ambiental”.

A professora Elizabeth Cartaxo também demonstrou preocupação com a Amazônia. “Apesar do avanço, o grau de consciência ecológica está longe de ser atingido. É quase impossível que o Brasil entenda a importância da Amazônia no mundo”, afirmou.

O consultor Newton Carvalho citou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística que revelam dados de assoreamento dos corpos d’água e desmatamento interligados. “A floresta amazônica já tem quase um Pará desmatado e Tocantins tem quase um estado do Maranhão. O incentivo do governo ao agronegócio deve aumentar as pastagens e isso deve comprometer a redução do desmatamento”, alertou.

Machado também informou que uma das principais preocupações da ANA é melhorar o monitoramento da bacia Amazônica. “A Agência tem feito várias parcerias e hoje está ampliando a rede de monitoramento da bacia Amazônica e estabelecendo parcerias com os estados limítrofes para melhorar a capacidade de monitoramento”, disse. Ele destacou o fato de que a ANA está concluindo o plano estratégico dos afluentes da margem direita da bacia. “O plano estratégico permitirá levar esse assunto ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos para ter um marco regulatório para a região.”

Ao final do debate, o diretor-presidente da ANA procurou ressaltar a importância de um projeto de País para o Brasil. “É preciso que o Brasil tenha metas a serem cumpridas para que o desenvolvimento seja maior ainda”, afirmou Machado. Ele elogiou a iniciativa do governo federal em traçar metas para a COP 15 para redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa. “Por que não traçarmos também uma meta de IDH 0.9 para 2020?”, perguntou ao encerrar o debate. ANA defende gestão integrada das águas subterrâneas 2009-11-24 18:04:00 Não A Agência Nacional das Águas (ANA) defende a gestão dos aqüíferos transfronteiriços por meio de um pacto federativo no qual o estado e a União possam, em conjunto, gerenciar o uso dessas enormes reservas de águas subterrâneas. Como a real capacidade dos aqüíferos ain Rosana Hessel

A Agência Nacional das Águas (ANA) defende a gestão dos aqüíferos transfronteiriços por meio de um pacto federativo no qual o estado e a União possam, em conjunto, gerenciar o uso dessas enormes reservas de águas subterrâneas. Como a real capacidade dos aqüíferos ainda não pode ser definida com precisão, mas os mecanismos existentes apontam para volumes gigantescos de água doce, a importância dessas reservas é tamanha que a discussão hoje é se elas ficam somente sob o domínio dos estados ou devem ser transferidas para a União. Esse tema atualmente está em discussão no Congresso, onde tramita a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) número 43, que defende a mudança da dominialidade das águas subterrâneas do poder estadual para a União.

A Agência sugere a gestão integrada, de forma que esse patrimônio hidrológico seja administrado de maneira estratégica. “Ao invés de fazer um pacto meramente voluntário, seria interessante haver uma determinação legal para que os estados obrigatoriamente procurem se articular com a União para fazer a gestão desses aqüíferos que abrangem mais de um estado. Talvez a gente tenha que pensar em algo desse tipo e não tirar o domínio do estado, que hoje é um preceito constitucional”, disse o diretor-presidente da ANA, José Machado, durante o XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos organizado pela Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), realizado em Campo Grande (MS).

O assuntou entrou na pauta dos encontros em Campo Grande porque representantes dos órgãos gestores de recursos hídricos apresentaram uma moção contrária à PEC nº 43 durante o encontro da Comissão do Meio Ambiente do Senado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS), realizado na segunda-feira (23), em paralelo ao evento da ABRH. O Simpósio foi aberto no último domingo (22) e se estende até quinta-feira (26), em Campo Grande (MS).

De acordo com o presidente da ANA, a Agência entende que para ser coerente, o mesmo critério usado para águas superficiais deveria ser estendido para águas subterrâneas. “As águas superficiais, quando elas são fronteiriças ou transfronteiriças, são águas do domínio da União. As águas subterrâneas não obedecem esse conceito. O Aqüífero Guarani (a maior reserva de água subterrânea do mundo), por exemplo, abrange mais de um estado e mais de um país, mas continua sob o domínio dos estados e a gestão dessa massa de água é feita de forma fragmentada. O ideal seria que a União tivesse o domínio do Aqüífero Guarani, mas eu entendo que devemos avançar no sentido de definir a obrigatoriedade de haver um pacto federativo no âmbito desses aqüíferos que sejam transfronteiriços, como o Guarani”, afirmou Machado.
“Nós entendemos a preocupação dos estados que não querem abrir mão desse bem, dessa prerrogativa. Do mesmo modo, entendemos que para ANA seria muito difícil dar outorga de baixo impacto como perfuração de poço. Ficar debruçada sobre essa questão da outorga de poço seria uma coisa muito danosa para o planejamento estratégico da ANA”, explicou. ANA abre seminário sobre gestão de recursos hídricos e de resíduos 2009-11-24 17:28:00 Não O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, fará a abertura do IX Seminário Nacional de Gestão de Resíduos e Recursos Hídricos no Brasil: Responsabilidade Social Ambiental Público Privado. O evento ocorrerá nesta quarta-feira, 25 de novembr Raylton Alves

O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, fará a abertura do IX Seminário Nacional de Gestão de Resíduos e Recursos Hídricos no Brasil: Responsabilidade Social Ambiental Público Privado. O evento ocorrerá nesta quarta-feira, 25 de novembro, no auditório do Interlegis*, em Brasília, das 9h às 14h, e visa a buscar caminhos socioeconômicos e ambientais para o gerenciamento da água e o manejo de resíduos. Para participar do Seminário, que é gratuito e oferece cerca de 100 vagas, é necessário realizar uma inscrição prévia por meio do sítio www.integrabrasil.com.br. Para mais informações, ligue para (61) 3274-3191 ou envie e-mail para seminarios@integrabrasil.com.br.

O Seminário conecta a gestão de recursos hídricos com a de resíduos sólidos, já que ambos são indicadores de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, os debates sobre o tema têm o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável no Brasil e promover o país ao patamar das dez nações com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.

O evento será transmitido via videoconferência para assembleias legislativas e por meio do sítio do Interlegis: www.interlegis.gov.br. Organizado pelo governo federal e pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, são esperados no Seminário representantes do Poder Público, setor privado, redes virtuais, mídias impressas, instituições nacionais e internacionais, terceiro setor, universidades, centros de pesquisa, entre outros.

Programação

8h30 - Recepção dos Convidados com café de boas vindas e Mostra de Vídeos do Programa EcoSenado da TV Senado

9h – Abertura com audição do Hino Nacional
Agência Nacional de Águas - José Machado – Ilmo. Senhor Diretor Presidente

9h às 12h - Temas de diretrizes aos trabalhos do dia:
- Políticas Públicas: Cenário; Projeções; Analise de Risco e Estratégia
- Projeto de Lei nº 1991/07, que institui a Política Nacional de Resíduos
- Boas Práticas de Viabilidade Econômica e Auto-Suficiência
- Os Desafios do Futuro - Responsabilidade Social e Ambiental

Congresso Nacional – Cícero Lucena - Exmo. Senhor Senador da República PSDB/PB
Congresso Nacional – Serys Slhessarenko - Exmo. Senhor Senador da República PT/MT
Congresso Nacional - Arnaldo Jardim - Exmo. Senhor Deputado Federal PPS/SP
Ministério de Meio Ambiente - Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Vicente Andreu Guillo - Ilmo. Senhor Secretário
Ministério das Cidades
Universidade da Água - Gilmar Altamirano - Ilmo. Senhor Diretor Presidente
Associação Mãos que Criam – Sonia Maria Mendes – Ilma. Senhora Presidente

Mediador: André Fenner – Ilmo. Senhor Consultor Técnico da Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde

12h às 13h30 - Será servido Brunch
13h30 - Aos que desejarem terá visita guiada ao Congresso Nacional


* Via N 2 - Anexo “E” - Senado Federal - Brasília Documentário exibe "Origens do rio Amazonas" /www/SalaImprensa/anexos/not9164-imagem.jpg 2009-11-24 15:46:00 Não Quinze anos após o documentário que deu origem à série de televisão, o programa EXPEDIÇÕES desta semana, da TV Brasil, apresenta dados atualizados sobre as ‘Origens do rio Amazonas’: a oficialização do local da nascente, com a Expedição Científica de 2007; a Laguna McIntyre, alimentadora desta nas Quinze anos após o documentário que deu origem à série de televisão, o programa EXPEDIÇÕES desta semana, da TV Brasil, apresenta dados atualizados sobre as ‘Origens do rio Amazonas’: a oficialização do local da nascente, com a Expedição Científica de 2007; a Laguna McIntyre, alimentadora desta nascente; e momentos da expedição do documentarista Pedro Werneck que percorreu, da nascente à foz, o maior rio do mundo!

O Amazonas, com 60 vezes o volume de água do rio Nilo, já é considerado também o mais longo do Planeta. Este documentário explica como foram feitas as pesquisas de medição comparativa do comprimento entre o Nilo e o Amazonas. Segundo o INPE, o Amazonas supera o Nilo em 140 quilômetros.

A nascente do Nilo foi descoberta no século XIX. Já a do Amazonas, somente na segunda metade do século XX. Nilo – rio ancestral, de grande importância para as antigas civilizações. Amazonas – rio novo, em termos geológicos, formado há 6 milhões de anos – rio das civilizações do futuro!

Este documentário dá uma ampla visão das expedições históricas, das pesquisas e divulga imagens espetaculares do documentário longa-metragem que está sendo produzido por Pedro Werneck, ao longo de todo o Amazonas – da primeira gota d’água que cai no cume do Nevado Mismi, no Sul dos Andes peruanos, até o extremos da foz do maior rio do Planeta.

PRODUÇÃO: RW Cine
www.expedicoes.tv

Exibição: 24/11/2009
Reapresentações: 28/11, às 2h da tarde e 29/11, às 4h30 da tarde
www.expedicoes.tv

Direção Geral
PAULA SALDANHA
ROBERTO WERNECK

Direção
PEDRO WERNECK

Gerente Técnico
LUCAS SALDANHA

Roteiro
PAULA SALDANHA

Edição
MARINA FIGUEIREDO

SupervisÃo Técnica
TIAGO ALMEIDA

Imagens
ROBERTO WERNECK
TADEO SALDANHA
LUCAS SALDANHA
PEDRO WERNECK

Direção de Produção
MURIEL ALVES

Produção
LORRANA MOREIRA
REBECA MONTENEGRO

Música de Abertura
DAVID TYGEL

AGRADECIMENTOS:
MINISTÉRIO DE RELAÇÕES EXTERIORES - PERU
INSTITUTO GEOGRÁFICO NACIONAL - PERU
IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
ANA - AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS
SMITHSONIAN INSTITUTION
NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY
INSTITUTO PAULA SALDANHA
INPE - INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS
APOIO À EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA: RW Cine, IGN e Petrobras

Produção: RW CINE
Direção Geral: PAULO RUFINO
Realização: TV BRASIL



Benedito Braga recebe prêmio da ABRH /www/SalaImprensa/anexos/not9162-imagem.jpg 2009-11-24 14:44:00 Não O diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Benedito Braga foi homenageado pela Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) durante a abertura do XVIII Simpósio Nacional de Recursos Hídricos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS). Braga recebeu o premio Fláv Rosana Hessel

O diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Benedito Braga foi homenageado pela Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) durante a abertura do XVIII Simpósio Nacional de Recursos Hídricos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS). Braga recebeu o premio Flávio Terra Barth, concedido a profissionais cuja carreira é considerada de grande relevância para os recursos hídricos brasileiros.

Além de Braga, apenas outros três especialistas já receberam essa premiação instituída após a morte de Flavio Barth, em 2001. O primeiro a ser agraciado foi professor Fazal Shaudry, paquistanês que mora há mais de 30 anos no Brasil e leciona na Universidade Federal de São Carlos (USFCAR), em São Paulo. Em seguida, Rubem La Laina Porto, professor da Universidade de São Paulo (USP), e Carlos Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), receberam a homenagem.

“Acho que o trabalho que fizemos na ANA contribuiu para que eu recebesse essa honraria. Nós da ANA é que recebemos este prêmio”, disse Braga. “ O trabalho que fizemos ao longo dos últimos nove anos para organizar a questão da água e colocar todos os preceitos da Lei das Águas em prática em algumas bacias hidrográficas foi uma contribuição importante que demos para o desenvolvimento da gestão hídrica no Brasil”, completou.

Para o diretor da ANA, o prêmio é importante uma vez que a ABRH é uma organização que prima pela qualidade, seriedade, transparência e ética. “A ABRH é uma associação que ao longo de seus 32 anos tem realizado eventos de alta qualidade e contribuído para o avanço cientifico, técnico e para o aprimoramento institucional legal do Brasil na área de recursos hídricos”, disse. Ele lembrou que a ABRH liderou o movimento que culminou na Lei de Recursos Hídricos de São Paulo, exemplo multiplicado por outros estados e resultou na Lei das Águas, em 1997.

Braga presidiu a ABRH no inicio dos anos 1990, quando criou a comissão de estudos institucionais e legais e pediu a Flavio Barth que coordenasse a comissão. “Foi no âmbito dessa comissão que toda essa contribuição para o avanço da gestão da água no Brasil aconteceu. O prêmio tendo o nome de Flavio Terra Barth é algo que me lisonjeia, pois ele foi o mentor intelectual de todo o processo de transformação da gestão da água no Brasil”, afirmou Braga.

O Simpósio da ABRH, que este ano acontece em Campo Grande, é o maior evento do setor no País. As palestras e mesas redondas começaram na segunda-feira (22) e terminam na quinta-feira (26). O encontro recebe cerca de duas mil pessoas, entre especialistas, palestrantes, professores e estudantes da área de recursos hídricos do Brasil e do exterior. ANA e Senado realizam segundo ciclo de debates sobre gestão da água /www/SalaImprensa/anexos/not9151-imagem.JPG 2009-11-23 17:25:00 Não A água e gestão dos recursos hídricos estão em pauta na capital matogrossense. O senador Renato Casagrande (PSB-ES) e a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) abriram nesta segunda-feira (23), juntamente com o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Ma Rosana Hessel

A água e gestão dos recursos hídricos estão em pauta na capital matogrossense. O senador Renato Casagrande (PSB-ES) e a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) abriram nesta segunda-feira (23), juntamente com o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, o 2° Ciclo de Debates sobre a Gestão Integrada de Recursos Hídricos no Brasil. O encontro foi realizado na Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul (MS), em paralelo ao XVIII Simpósio Nacional de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), que acontece em Campo Grande até o dia 26.

O debate foi promovido pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal, pela Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas do Congresso Nacional e pela Agência Nacional de Águas.

Machado iniciou seu discurso de abertura do debate elogiando o trabalho do Senado em se empenhar para colocar o tema água na pauta de discussão do Congresso. “A gestão integrada é urgente. Não conseguiremos antes fazer sem que haja integração entre estados, municípios e União. Alguns estados ainda não despertaram para a questão da água e ainda não estão estruturados para isso, pois sequer possuem uma política estadual de recursos hídricos. Muitos estados têm planos, mas eles estão na gaveta”, disse Machado, sugerindo um pacto federativo no início do próximo ano. “Não fazemos política de Estado no Brasil. Quando mudam o governo, mudam a estrutura e não há continuidade da política de recursos hídricos nos estados. Ela (a política de recursos hídricos) é estruturante de muitas políticas de Estado, pois ela articula outras políticas, como a de saneamento, de geração de energia, de navegação, entre outras”, acrescentou.

Além de Machado e dos senadores Marisa e Casagrande, participaram da reunião o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Vicente Andreu; o presidente da Comissão do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa de MS, deputado estadual Paulo Corrêa (PR); do presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Francisco Assis e do secretário-adjunto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Marcio Monteiro.

O encontro teve a participação de palestrantes dos estados do Ceará, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal. Cada um expôs suas experiências positivas no caminho de construir um plano gestor de recursos hídricos, as quais foram elogiadas. O Mato Grosso do Sul acabou de finalizar o do estado e esse plano será apresentado ao final do Simpósio da ABRH.

De acordo com o senador Renato Casagrande, que preside a Comissão de Meio Ambiente do Senado, as discussões foram muito proveitosas. “A Comissão fará, no início do próximo ano, uma reunião com os parlamentares interessados no tema para apresentar as metas de um plano para que todos os estados discutam seus respectivos planos de recursos hídricos. Ter um plano significa ter metas e isso significa um instrumento de cobrança dos parlamentares e também dos cidadãos. Outra discussão necessária é a questão do relacionamento das águas transnacionais”, destacou. “Precisamos fazer um Pacto das Águas do Brasil”, disse Casagrande fazendo menção ao projeto Pacto das Águas apresentado durante o ciclo de debates pelo Ceará. Caminho das Águas chega à reta final 2009-11-23 15:55:00 Não Programa em parceria da ANA com a Fundação Roberto Marinho contemplou mais de 800 escolas estaduais em cinco estados da federaçãoO Caminho das Águas completa na semana que vem dois anos de extenso trabalho com milhares de professores de escolas estaduais em cinco estados brasilei Programa em parceria da ANA com a Fundação Roberto Marinho contemplou mais de 800 escolas estaduais em cinco estados da federação

O Caminho das Águas completa na semana que vem dois anos de extenso trabalho com milhares de professores de escolas estaduais em cinco estados brasileiros. A última oficina de capacitação do programa será realizada nos dias 26 e 27 de novembro, em Itaipava, no município de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. A atividade irá beneficiar 40 docentes de 20 escolas da região.

Criado em 2007, o Caminho das Águas é voltado para a capacitação de professores do segundo segmento do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) com o objetivo de promover o comprometimento dos jovens na gestão sustentável das águas. Nas oficinas de capacitação, que consistem em dinâmicas e exibição de vídeos relacionados ao tema, entre outras atividades, os professores se familiarizam com os objetivos, conteúdo e metodologia do projeto e aprendem a construir planos para incorporar o programa ao contexto de suas aulas. O programa de capacitação é uma iniciativa conjunta entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Fundação Roberto Marinho.

O Caminho das Águas foi desenvolvido, inicialmente, em escolas de estados banhados pelas bacias hidrográficas dos rios Paraíba do Sul; São Francisco; Doce, e Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) graças às parcerias com as secretarias estaduais de Educação dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro e Sergipe. A largada do programa foi dada em abril de 2008, e as últimas escolas capacitadas pertencem ao estado fluminense. No total, mais de 800 instituições de ensino foram incluídas.

“Vamos chegar ao final do Caminho das Águas com 1,7 mil professores envolvidos e satisfeitos com a qualidade do material didático, marca registrada do nosso parceiro. Ao longo dessa caminhada ganhamos a adesão e o interesse das Secretarias Estaduais de Educação e dos órgãos gestores estaduais, registrando também o envolvimento fundamental dos Comitês de Bacia”, informa o superintendente adjunto da Superintendência de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos (SAG) da ANA, Victor Sucupira. Esse número superou a previsão inicial de capacitação do programa, que era de 1,6 mil professores.

“Com a capacitação, os professores se apropriam do programa identificando maneiras de aplicá-lo a seu dia-a-dia na escola”, explica Andrea Margit, gerente de Meio Ambiente da Fundação Roberto Marinho. “Algumas escolas o utilizam de forma interdisciplinar, outras realizam atividades pontuais e há aquelas que extrapolam as salas de aula e envolvem toda a comunidade em ações concretas de conservação ou recuperação de rios e matas ciliares”, complementa.

Além do programa de capacitação dos professores sobre a importância da preservação das águas, as escolas recebem ainda um kit com material pedagógico composto por vídeos documentários, cadernos de orientação para professores, jogos, mapa das regiões hidrográficas do Brasil e CD de músicas sobre o tema água.

Mais informações estão disponíveis no site do programa: www.caminhoaguas.org.br.

Data: 26 e 27 de novembro
Local: Estrada União Indústria, 9722, Itaipava, Petrópolis
Horário: 9h às 17h Presidente e diretores da ANA participam do simpósio da ABRH em Campo Grande /www/SalaImprensa/anexos/not9146-imagem.JPG 2009-11-23 11:55:00 Não A Agência Nacional de Águas (ANA) marca forte presença no XVIII Simpósio Nacional de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS) com um grupo de mais de 20 especialistas e um dos maiores estandes do Rosana Hessel

A Agência Nacional de Águas (ANA) marca forte presença no XVIII Simpósio Nacional de Recursos Hídricos da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), em Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS) com um grupo de mais de 20 especialistas e um dos maiores estandes do evento. O presidente da ANA, José Machado, participou da abertura do Simpósio, no domingo à noite (22), acompanhado dos diretores da agência Paulo Varella e Benedito Braga. O encontro será encerrado na quinta-feira 26).

A ANA tem 16 trabalhos inscritos no simpósio, que serão apresentados durante os quatro dias de palestras dividas em mesas redondas e sessões técnicas. Mais informações sobre a programação do evento no site: http://www.abrh.org.br/xviiisbrh/

Com 32 anos de existência, a ABRH possui 1,3 mil associados, segundo seu presidente, Francisco de Assis de Souza Filho. A entidade costuma homenagear especialistas pela contribuição ao setor com o prêmio Flavio Terra Barth, uma referência a um dos maiores especialistas da área de recursos hídricos. O homenageado do Simpósio foi o diretor da ANA Benedito Braga. O prêmio foi entregue na noite de abertura.

Machado participou ontem da cerimônia de abertura do Simpósio cujo tema principal é "O Desafio da Prática da Sustentabilidade na Gestão dos Recursos Hídricos: Natureza, Gente e Desenvolvimento” ao lado dos senadores Marisa Serrano (PSDB-MS), presidente da Subcomissão Permanente de Água do Senado, e Renato Casagrande (PSB-ES), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, e várias autoridades. Durante seu discurso, o presidente da ANA demonstrou satisfação em relação à finalização do Plano de Recursos Hídricos do estado do MS.

“Fico feliz ao saber disso porque, evidentemente, o plano se projeta. Ele é um comprometimento com o planejamento de recursos hídricos e organiza a agenda de ações que vão permitir que o estado do Mato Grosso do Sul siga o caminho para a conservação dos recursos hídricos como patrimônio. Vários prefeitos e governadores sinalizaram com propriedade que os recursos hídricos constituem o patrimônio natural da sociedade e devem ser usados com parcimônia, com prudência, uma visão voltada para o desenvolvimento sustentável”, disse. “Nós temos disponibilidade de água e essa disponibilidade deve servir para o apoio para o desenvolvimento sustentável”, disse Machado.

O Simpósio da ABRH é o maior evento do setor no País e foi aberto ontem com a apresentação da orquestra Revoada Paraguaia, que tocou o Hino Nacional Brasileiro e músicas setanejas. Participam do evento cerca de 2000 pessoas de todos os estados brasileiros.