
|
LOUCKS, Daniel P.; BEEK, Eelco Van. Water resources
systems planning and management: an introduction to methods, models and
applications. Paris: Unesco, 2005.
Baseia-se
na experiência de professores universitários e usa ferramentas de
planejamento de recursos hídricos na prática, utiliza estudos de caso para
introduzir o método e demonstrar a aplicação prática. Referência valiosa
para os consultores envolvidos no planejamento e desenvolvimento de projetos
e como um texto, com exercícios, para estudantes universitários. |

|
CEARÁ.
Secretaria de Recursos Hídricos. SRH: Secretaria de Recursos Hídricos:
promover melhoria da qualidade de vida dos cearenses: nosso compromisso e
objetivo = SRH: Secretariat of Water Resources: promoting the improved life quality
of ceará people: our commitment and objective. Brasília, 2006. Publicação
bilíngüe.
Apresenta
o histórico da Política da Águas. Mostra a estrutura da Secretaria de
Recursos Hídricos do Ceará, seus projetos, linhas de ação e programas. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. Jaguatareí Nhemboé: caminhando e
aprendendo: comunidade Gauarani-Mbya do Aguapeú. Brasília, 2006.(Série
Sistematização, VIII).
Trata
do projeto “Jaguatareí Nhemboé” que originou-se da necessidade de trabalhar a
demanda externa de visitação nas aldeias Guarani do litoral. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. APA – Tudo em família: diversificação
produtiva, defesa ambiental e geração de renda em Ouro Preto D’Oeste/RO. Brasília, 2006. (Série Sistematização, IX).
Pretende
extrair as principais lições da trajetória da Associação de Produtores – APA.
Mostra de que forma a desertificação produtiva, embasada na prática da
apicultura e dos consórcios agroflorestais, conseguiu melhorar as condições
ambientais e a qualidade de vida de pessoas envolvidas. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. Wyty catë: aliança para manter o mundo
vivo e o cerrado em pé. Brasília, 2006.(Série Sistematização, X).
Relata
a experiência na perspectiva de uma parte de seus protagonistas, cujas
reflexões e visões de futuro são amplamente debatidas com os índios. Entre as
muitas vozes, destaca-se o pensamento de alguns dos diretores da Wyty Café. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. A arte de ampliar cabeças: uma leitura
transversal das sistematizações do PDA. Brasília, 2006.(Série Sistematização,
XI).
Trata
de uma reflexão sobre o conjunto e uma narrativa do caminho percorrido pelo
programa PDA. Este volume apresenta três textos: a narração da aventura, um
olhar sobre os núcleos de singularidade das diversas experiências
sistematizadas e uma reflexão sobre o processo. |

|
FARIA,
Andréa Alice da Cunha; NETO FERREIRA, Paulo Sérgio. Ferramentas de diálogo:
qualificando o uso das técnicas de DRP: diagnóstico rural participativo.
Brasília: MMA, 2006. 76 p.
Apresenta
e discute as principais ferramentas de DRP com finalidade de subsidiar a ação
de medidores e mediadoras que desejem promover um diálogo coletivo, franco e
produtivo. |

|
BRASIL.
Ministério da Integração Nacional. Manual para apresentação de propostas:
programa 0515 – Proágua Infra-Estrutura. Brasília, 2006.
Apresenta
os fundamentos técnicos do Programa PROÁGUA Infra-estrutura, no âmbito do
Ministério da Integração Nacional, acrescido das orientações necessárias à
apresentação de propostas pelos Estados, Distrito Federal e Municípios. |

|
BRASIL.
Ministério da Integração Nacional. Manual para apresentação de propostas:
programa 1138 – Drenagem urbana sustentável. Brasília, 2006.
Este
manual apresenta os fundamentos técnicos do Programa de Drenagem Urbana
Sustentável, no âmbito do Ministério da Integração Nacional, acrescido das
orientações necessárias de propostas pelos Estados, Distrito Federal e
Municípios. |

|
BAHIA.
Superintendência de Recursos Hídricos. Bacias hidrográficas da Bahia. Edição
atualizada. Bahia, 2006.
Mostra
que, dentro da gestão ambiental, a Bahia possui uma sólida e estruturada
política de recursos hídricos que vem buscando ampliar seu diálogo com a
sociedade e proporcionar acesso às informações tão necessárias para que cada
cidadão possa permanentemente ampliar seu conhecimento sobre a realidade
hídrica da Bahia. |

|
ROCHA, Ana Augusta. A mata atlântica é aqui: e daí?: história e luta da Fundação
SOS Mata Atlântica. São Paulo: Terra Virgem, 2006.
História
da Fundação SOS Mata Atlântica na luta para preservação da Amazônia. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. Áreas de manejo de resíduos da construção
civil e resíduos volumosos: orientações para seu licenciamento e
aplicação da resolução CONAMA 307/2002. Brasília, [200?].
Destaca
que muitas cidades brasileiras sofrem grandes impactos ambientais provocados
pela intensa deposição irregular de resíduos da construção e demolição (RCD).
A partir de 2002 inicia-se, no Brasil, o estabelecimento de políticas
públicas voltadas para a indução da implantação de áreas para o manejo
sustentável desses resíduos. |

|
SLOCUM, Terry A. et al. Thematic cartography and
geographic visualization. Second
edition. London: Pearsons Education, 2005.
Refere-se
às tradicionais abordagens para criação temática de mapas. Está dividido em
duas seções: Princípios da Cartografia e Técnicas de Mapas. |

|
COMITÊ
DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DOS RIOS PIRACICABA, CAPIVARI E JUNDIAÍ; Companhia
de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Plano das bacias hidrográficas
dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí 2004-2007: síntese do relatório
final. São Paulo: Suprema Gráfica, 2006.
Esta
síntese tem o objetivo de dar publicidade ao Plano das Bacias e para que as
ações propostas sirvam de orientação aos órgãos públicos municipais,
estaduais e federais e a toda a sociedade para que se possa implantar um
efetivo processo sinérgico para a recuperação de nossos mananciais, com
conseqüente melhora da qualidade de vida da população que reside nas bacias
hidrográficas da nossa região. |

|
BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. Práticas de manejo e conservação do solo.
Brasília: SECTAM, 2006.
Proporciona
aos agricultores e produtores de nossa região, orientações sobre técnicas
recomendadas para conter os processos erosivos, responsáveis por sérios danos
ao meio ambiente e, consequentemente, elevadas perdas econômicas e sociais. |