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BAHIA. Centro de Recursos Ambientais. Áreas de proteção ambiental da Bahia: chapada, recôncavo e sertão. Salvador: CRA, 2003. 157 p. Texto bilíngüe: português/inglês
Registro fotográfico das Áreas de Proteção Ambiental (APA) criadas pelo Governo da Bahia. Captura, através do olhar de um artista, a essência da chapada, do recôncavo e do sertão baiano, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para que procure os meios corretos de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida em paralelo à conservação do meio ambiente. É uma amostra da enorme riqueza que representam os recursos naturais dessas regiões, fornecedores dos mais diversos serviços ambientais: produção hídrica, manutenção do clima, proteção do solo e conservação da biodiversidade. (AGE 77:502.17(813.8) C393a v.4)
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BRASIL. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Agricultura tropical: quatro décadas de inovações tecnológicas, institucionais e políticas. Brasília: Embrapa, 2008. 1337 p. (Produção e Produtividade Agrícola, v. 1)
Aborda as principais inovações técnicas e científicas ocorridas nos últimos 40 anos, que tornaram o Brasil um grande produtor e exportador de alimentos, ocupando lugar de destaque na construção da agricultura tropical. Apresenta informações e projeções sobre a produção e a produtividade das principais culturas, resultantes de um trabalho competente, embasado na produção endógena e no largo uso de tecnologias, no investimento em um contingente humano especializado, na modernização institucional, no acesso ao crédito e no uso racional dos recursos. Relata as principais inovações tecnológicas de aplicação geral a uma agricultura dos trópicos, fundamentada na sustentabilidade e na qualidade dos produtos e do meio ambiente. (AGE 631.4 (213.5) E532a)
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BRASIL. Escola Nacional de Administração Pública. Ações premiadas no 12º concurso inovação na gestão pública federal: 2007. Brasília: ENAP, 2008. 158 p.
Reúne o relato completo das dez iniciativas premiadas na 12ª edição do Concurso Inovação na Gestão Pública Federal, promovido pela Escola Nacional de Administração Pública. Divulga experiências de elevada qualidade para servir de referência ou inspiração e auxiliar dirigentes e equipes na busca de soluções inovadoras para problemas de gestão. Estimula a criação de ambientes favoráveis à mudança nos órgãos federais, certificando as iniciativas inovadoras pela sua relevância e capacidade em responder e gerar resultados para a gestão pública e para a sociedade. (35 (81) E561a)
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BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2008. Rio de Janeiro:IBGE, 2008. 471 p. (Estudos e Pesquisas. Informação Geográfica, 5). Também disponível em CD-ROM.
Coloca à disposição da sociedade um conjunto de informações sobre a realidade brasileira, em suas dimensões ambiental, social, econômica e institucional. Apresenta um panorama abrangente dos principais temas relacionados ao padrão de desenvolvimento brasileiro, visto sob o paradigma da sustentabilidade. Seleciona 60 indicadores que, em sua dimensão ambiental, fornecem informações relacionadas ao uso dos recursos naturais e à degradação ambiental, organizadas nos temas atmosfera, terra, água doce, mares e áreas costeiras, biodiversidade e saneamento. Permite estabelecer comparações, conhecer a orientação e o ritmo de seus vários elementos, bem como fazer uma apreciação integrada de diferentes enfoques e dimensões, fundamental à adequada formulação e avaliação de políticas na perspectiva do desenvolvimento sustentável. (AGE 502.131.1:338.1 (81) I126i) e (CDR 093)
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D’ANTONA, Álvaro O. O verão, o inverno e o inverso = Summer, winter and their reverse: Lençóis Maranhenses, imagens. Brasília: IBAMA, 2002. 179 p. Texto bilíngüe: português/inglês.
Descreve o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses com um enfoque antropológico, destacando a caracterização de tempo, espaço, lugares e deslocamentos humanos como recurso para uma visão integrada da região e do modo de vida dos pescadores-lavradores espalhados pelo deserto de dunas e lagoas. Define os Lençóis Maranhenses não apenas como um cartão postal mas um tecido de práticas humanas, repleto de significados atribuídos por aqueles que ali vivem e manejam seus recursos e por aqueles que para lá dirigem seus esforços e sentimentos. (AGE 712(812.1) D194v)
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FONSECA, Fernando Oliveira (Org.). Águas Emendadas. Brasília: SEDUMA, 2008. 542 p.
Reúne um acervo de conhecimentos valiosos para a educação ambiental sobre as questões hídricas e ecológicas dessa região. Aborda um leque amplo de temas sobre a história e o contexto da Reserva da Biosfera do Cerrado, bem como do entorno da Estação Ecológica de Águas Emendadas. Descreve as características físicas da flora e da fauna, o meio socioeconômico e cultural e o uso dos recursos naturais. Realça a singularidade do fenômeno das águas emendadas, alerta sobre as questões fundiárias e propõe ações de gestão e de educação ambiental em busca da sustentabilidade. (AGE 502.1 (817.4) S449a)
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FRANK, Beate. O movimento das águas: a construção de uma política sustentável de proteção da água na bacia do Itajaí. Blumenau,SC: FURB, 2008. 107 p.
Compila informações, histórias e imagens que oferecem uma visão geral do Projeto Piava, uma iniciativa do Comitê do Itajaí. Resgata momentos históricos que fazem parte da cultura hídrica regional, mostra as diversas dimensões da bacia hidrográfica do rio Itajaí e apresenta os principais resultados do Projeto. Reflete o resultado da participação ativa de uma parcela da população do Vale do Itajaí na construção de uma política sustentável de proteção da água, permitindo assim que seja concebido e implantado o gerenciamento integrado e participativo da bacia hidrográfica. (AGE 502.1 (816.4) F828m)
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MAIA, Luciano. Jaguaribe: memória das águas. 7. ed. São Paulo: Escrituras, 2005. 111 p.
Poemas que têm o rio Jaguaribe quase como uma metáfora do homem do sertão. Num profundo fascínio pelo rio, o autor contempla as águas, percorrendo-lhe as margens, de onde avista passagens de balseiros, aqueles garranchos carregados em sua correnteza vagarosa, vindos de arbustos nascidos em torno do seu universo de ressonâncias profundas, cujo eco repercute alhures. (AGE 82-1:556.53 M217j)
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OLIVEIRA, Rubens Alves de; RAMOS, Márcio Mota. Manual do irrigâmetro. Viçosa, MG, 2008. 144 p.
Apresenta a tecnologia do irrigâmetro como uma nova opção para o desenvolvimento da agricultura irrigada. Mostra os componentes do irrigâmetro, sua montagem e instalação, bem como sua operação por meio de exemplos práticos da aplicabilidade do aparelho no manejo da irrigação. Idealizado e desenvolvido na Universidade Federal de Viçosa (UFV), o irrigâmetro visa atender as necessidades dos irrigantes no manejo da água para irrigação, indicando diretamente ao produtor quando irrigar a cultura, qual a quantidade de água necessária e qual o tempo de irrigação ou a velocidade de deslocamento do equipamento além de permitir a otimização do uso da água de chuva na irrigação. (AGE 631.67 O482m)
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PÉ na água: uma abordagem transfronteiriça da bacia do APA. Campo Grande, MS: UFMS, 2008. 128 p. Disponível também em CD-ROM.
Concebido para dar suporte pedagógico e técnico-científico aos educadores da bacia do rio Apa, o livro supre uma deficiência de material didático com abordagem transfronteiriça e contextualizada à região. Pioneiro ao localizar e caracterizar o Chaco em território brasileiro e a aprofundar a discussão sobre políticas públicas e aspectos da legislação, estimula o envolvimento da escola e da comunidade na recuperação e conservação da bacia do Apa. (AGE 502.1(817.1) P111) e (CDR 095)
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