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Novas Aquisições – Fevereiro/2008

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BRAGA,
Benedito. et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice
Hall, 2002. 305p.
Aborda
os conceitos de matéria e energia e suas inter-relações com o ecossistema, as
cadeias alimentares, os ciclos biogeoquímicos e a dinâmica das populações.
Analisa a oferta de recursos ambientais e seu fluxo na biosfera e avalia o
impacto das ações antrópicas, as diversas formas de energia disponíveis para
o desenvolvimento e a questão da presença dos resíduos no meio ambiente,
tratando da poluição da água, do solo e do ar. Finaliza com uma análise das
diversas formas de controle da poluição e com a apresentação de diferentes
metodologias de planejamento e gerenciamento ambiental disponíveis para a
implementação do desenvolvimento sustentável. (AGE 62:502.3 I619) |

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BRASIL.
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Potencialidades da água de
chuva no semi-árido brasileiro. Petrolina, PE: Embrapa, 2007. 179p.
Reúne
e sintetiza um conjunto de informações sobre técnicas de captação e manejo da
água da chuva, com a percepção de que estas alternativas aumentam a oferta de
água para o consumo humano e animal e para a produção de alimentos, além de
promover uma gestão descentralizada da água. Objetiva auxiliar técnicos,
estudantes, produtores e outros profissionais que se preocupam com a questão
da água, a compreender melhor e avaliar o potencial da “água de chuva” em
regiões de escassez hídrica. (AGE 551.577 (812/813) E532p) |

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BRASIL.
Ministério das Cidades. Diagnóstico dos serviços de água e esgotos:
2006. Brasília: SNIS-MCidades, 2007. 2v.
Divulga
dados do componente água e esgotos do Sistema Nacional de Informações sobre
Saneamento – SNIS do ano de 2006, com as informações coletadas junto aos
prestadores de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário e
os indicadores calculados com base nessas informações. Apresenta também um
panorama global das características e da situação dos serviços de água e
esgotos no Brasil, com algumas análises do conjunto de dados. (AGE 628 (81)
M478d “2006”) |

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BRASIL.
Ministério do Meio Ambiente. Plano de águas do Brasil: vamos cuidar de
nossas águas. Brasília: 2007. 1 CD-ROM.
Apresenta,
em virtude da proclamação da Década Brasileira e Internacional da Água
(2005-2015) e em comemoração dos 10 anos da Lei das Águas, o conjunto de
documentos que configuram os pilares da gestão das águas no Brasil: Programa
Nacional de Recursos Hídricos, Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos
Hídricos, Cadernos Regionais e Setoriais de Recursos Hídricos; a divisão
hidrográfica nacional, legislação e material educativo. (CDR 044) |

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D’Ávila,
Thiago. Roteiro de direito ambiental. Brasília: Fortium, 2007. 104p.
Introduz
noções gerais de direito ambiental numa linguagem simples e direta, para que
os operadores do direito, na atuação jurídica cotidiana, possam
transformar-se em verdadeiros ativistas ambientais. (AGE 349.6 D259r) |

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DYSON,
Megan (Ed.). Fluxo: elementos essenciais de fluxos ambientais. Gland,
Suíça: UICN, 2007. 132 p. (Iniciativa Água & Natureza; 2)
Oferece
um guia prático sobre questões técnicas, tais como métodos de avaliação e
adaptação de infra-estrutura, e sobre as dimensões econômicas, políticas e
legais do estabelecimento do fluxo ambiental, objetivando apoiar a tomada de
decisões nos níveis nacional e internacional, de modo a alocar-se água
suficiente aos ecossistemas e às pessoas. Ressalta a importância da
implementação de fluxos ambientais como elemento chave no esforço para lidar
com a destruição dos rios e, consequentemente, com a perda da sua
biodiversidade e de seus benefícios sociais. (AGE 556.535 U33f) |

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NAGHETTINI,
Mauro; PINTO, Éber José de Andrade. Hidrologia estatística. Belo
Horizonte: CPRM, 2007. 561p.
Introduz
conhecimento das ferramentas de estatística: princípios, análise dos dados,
teoria das probabilidades, variáveis aleatórias discretas e contínuas,
análise de freqüência, correlação e regressão na avaliação do comportamento
dos processos hidrológicos. Destaca técnicas mais sofisticadas de tratamento,
manipulação e representação de dados estatísticos, com exemplos práticos
reais e selecionados da rede hidrometeorológica operada pelo Serviço
Geológico do Brasil - CPRM. Destinado a profissionais de hidrologia e
engenharia de recursos hídricos, bem como à formação de alunos de graduação e
pós-graduação, preenche significativa lacuna na literatura técnica
especializada ao desenvolver o conhecimento da estatística na evolução
teórica e prática da hidrologia. (AGE 311:556 N147h) |

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SÃO
PAULO (Estado). Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Emissários
submarinos = submarine outfalls: projeto, avaliação de impacto ambiental
e monitoramento. São Paulo: CETESB, 2006. 240p.
Avalia
a sustentabilidade ambiental da utilização de emissários submarinos no
tratamento preliminar do esgoto bruto no litoral paulista e na costa
brasileira. Fornece informação técnico-científica com o objetivo de
contribuir para o aproveitamento da operação dos atuais emissários e
aperfeiçoamento de projetos futuros, assim como ressalta a importância do
tratamento adequado dos esgotos domésticos para a gestão ambiental e
desenvolvimento sustentável da região costeira de São Paulo. (AGE 628.24
(815.6) C423e) |

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SILVA,
Lysandro Pereira da. Comissão de melhoramentos do rio Tietê: relatório.
São Paulo: Prefeitura Municipal, 1950. 600 p.
Numa
abordagem histórica, relata tecnicamente o programa adotado e os resultados
conseguidos na administração direta das obras de retificação do rio Tietê,
compreendendo os estudos e trabalhos realizados no período de 1937 a 1950 na Divisão de Rios e Água
Pluviais da Prefeitura Municipal de São Paulo. (AGE 556.53 (815.6) S586c) |

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VILLELA, Álvaro. A
natureza do homem no Raso da Catarina.
Fortaleza: Tempo d’imagem, 2006. 131p.
Em
54 fotos, reproduz um pouco da vida da região mais seca do território baiano,
o Raso da Catarina, que desperta fascínio pela beleza exótica da caatinga e
pela força e resistência do sertanejo que o habita. Revela ao mundo o
sacrifício de tantas lutas enfrentadas na dura realidade do sertão como prova
de que é da natureza sertaneja ser forte e sobreviver, orgulhar-se de suas
raízes e seus costumes, e acreditar que o essencial mesmo é viver. (AGE 77
(812/813) V735n) |
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