Site MMA Acesse o Portal do Governo Brasileiro
 
   
 

Centro de Documentação > Serviços >> Biblioteca >>> Novas Aquisições

Novas Aquisições

Veja também as novas aquisições de:
2009: Janeiro
2008: Outubro - Setembro - Julho - Junho - Maio - Abril - Março - Fevereiro - Janeiro
2007: Dezembro - Outubro - Setembro - Agosto - Julho - Junho - Maio - Abril - Março - Fevereiro - Janeiro
2006: Dezembro - Novembro - Outubro - Setembro - Agosto - Julho - Junho - Maio - Abril - Março - Fevereiro - Janeiro
2005: Dezembro - Novembro - Outubro - Setembro - Agosto - Julho - Junho - Maio - Março - Fevereiro - Janeiro
Anos anteriores: Anteriores

Novas Aquisições – Dezembro/2007

BRASIL. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Cerrado: espécies vegetais úteis. Planaltina, DF: Embrapa, 1998. 464p.

Constitui importante fonte de consulta e de leitura, para especialistas e leigos, interessados em conhecer a biodiversidade do Cerrado. Descreve 110 espécies utilizadas ou com potencial para emprego na alimentação humana e animal, medicina e farmácia, madeiras, aromas, tinturaria e corantes, indústria química, ornamentação, artesanato e outros. Apresenta a utilização, descrição botânica, nomes popular e científico, distribuição geográfica, fisionomia de ocorrência, épocas de floração e frutificação, análise química, propagação, produção de mudas e cultivo de cada espécie.

BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Centro de Tecnologia Mineral. Tendências Tecnológicas Brasil 2015: geociências e tecnologia mineral. Rio de Janeiro: CETEM/MCT, 2007. 372 p.

Aborda um estudo prospectivo, centrado na visão de futuro e nos desafios tecnológicos e sistêmicos, nas áreas de Geociências e Tecnologia Mineral. Indica uma agenda de prioridades para os desafios tecnológicos, visando servir como subsídio à tomada de decisões em âmbito governamental, no que tange ao setor mineral brasileiro. Como resultado, apresenta projeções qualitativas e quantitativas para o setor mineral brasileiro no ano 2015.

CAMPOS, Jander Duarte. Os domínios hídricos no Brasil. Rio de Janeiro, 2007. 233 p.

Analisa alguns problemas e desafios na implementação do gerenciamento integrado dos recursos hídricos no Brasil, decorrentes da Constituição Federal de 1988 quanto às águas de domínio da União e dos Estados. Avalia que entendimentos polêmicos constituem ameaça à implementação plena da Política Nacional de Recursos Hídricos e apresenta possíveis caminhos para a superação dos principais entraves, destacando a importância dos comitês de bacia como protagonistas da gestão dos recursos hídricos.

ENCONTRO TRINACIONAL PARA GESTÃO DE ÁGUAS FRONTEIRIÇAS E TRANSFRONTEIRIÇAS ARGENTINA – BRASIL – PARAGUAI, 1., 2007, Foz do Iguaçu, PR. Perspectivas para a gestão das águas transfronteiriças nas Bacias Hidrográficas do Paraná III / Alto Paraná e dos Rios Santo Antonio e Peperi-guaçu. Foz do Iguaçu, PR: Itaipu, 2007. 127p. Texto bilíngüe: português/espanhol. Disponível também em CD-ROM.

Registra as metodologias, dinâmicas, apresentações, discussões, conclusões e recomendações preliminares resultantes do 1º Encontro Trinacional para Gestão das Águas Fronteiriças e Transfronteiriças na região da tríplice fronteira formada por Brasil, Argentina e Paraguai.

MATO GROSSO (Estado). Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Conjunto de normas legais de recursos hídricos de Mato Grosso. Cuiabá: SEMA, 2007. 168p.

Apresenta Leis, Decretos, Resoluções e Portarias que direcionam a gestão integrada, descentralizada e participativa dos recursos hídricos no Estado de Mato Grosso.

MINERAÇÃO em unidades de conservação na Amazônia brasileira. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2006. 175p.

Descreve a situação da atividade minerária nas unidades de conservação da Amazônia Legal brasileira e a legislação vigente sobre o tema nas diferentes categorias de proteção integral e de uso sustentável. Traz informações importantes para organização do trabalho de proteção do perímetro e do entorno das unidades de conservação. Apresenta tabelas didáticas como resultado do monitoramento, organização, cruzamento e análise de dados e informações oficiais digitalizadas.

PIAUÍ (Estado). Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais. Recursos hídricos e meio ambiente no Piauí. Teresina: SEMAR, 2006. 100 p.

Ressalta o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMAR), no período de 2003 a 2006, como órgão responsável pela gestão dos recursos hídricos e uso sustentável do meio ambiente. Destaca a repercussão das suas atividades nos principais jornais impressos do Estado do Piauí ao priorizar ações de fortalecimento institucional e de planejamento de ações visando à proteção e uso racional dos recursos naturais.

SÃO PAULO (Estado). Departamento de Águas e Energia Elétrica. Guia prático para projetos de pequenas obras hidráulicas. 2. ed. rev. São Paulo: DAEE, 2006. 124p.

Reúne conceitos e orientações, acompanhados do desenvolvimento de exemplos práticos relativos à hidrologia e à hidráulica de pequenas obras de barragens, canalizações e travessias. Fundamentado na experiência de técnicos do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), destina-se principalmente ao meio técnico especializado no dimensionamento de pequenas obras hidráulicas que interferem nos cursos d’água do ponto de vista da autorização para a implantação dessas interferências.

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE RECURSOS HÍDRICOS, 17., 2007, São Paulo. Programa final e resumos. São Paulo: ABRH, 2007. 200p. Livro e CD-ROM.

Apresenta o programa final e resumos do 17º Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos realizado em conjunto com o 8º Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricos dos Países de Língua Oficial Portuguesa, que teve como tema central a gestão de recursos hídricos, integração de políticas e sustentabilidade do meio ambiente urbano.

SOUZA, Francisco de. Irrigação. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2000. 93p.

Traça o perfil da irrigação no Ceará e no Nordeste, abordando os elementos de solo e água com o objetivo de fortalecer a idéia do insumo tecnológico no desenvolvimento da agricultura irrigada. Analisa o papel do currículo universitário, da pesquisa científica, da especialização de quadros humanos como pontos básicos para a implementação de um projeto de irrigação no semi-árido do Nordeste.