|
SÃO
PAULO (Estado). Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Coordenadoria de
Planejamento Ambiental Estratégico e Educação Ambiental. Mantiqueira:
castelo das águas. São Paulo: SMA/CPLEA, 2006. 72 p.
Reúne
informações sobre clima, relevo, vegetação, fauna, recursos hídricos,
socioeconômica, cultura e turismo, como forma de retratar a região,
considerando as especificidades e conflitos que medeiam suas relações. |
 |
PERNAMBUCO.
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente. Atlas de bacias
hidrográficas de Pernambuco. Recife, 2006. 104 p.
Mostra
que Pernambuco possui uma política de recursos hídricos e vem buscando
ampliar seu diálogo com a sociedade; proporcionando o acesso às informações
ao cidadão para que este possa ampliar seu conhecimento sobre a realidade
hídrica do estado de Pernambuco. |
|
INSTITUTO
NACIONAL DE RECURSOS HIDRÁULICOS. Agua que nos da vida: cuentos y
poesias de la amiga agua. Ciudad de La Habana, 2006. 99 p.
Organizado
como marco do projeto INRH-UNICEF “Agua Amiga de las Niñas y los Ninõs”.
Reúne obras premiadas do sexta e sétima edição do concurso “Trazaguas”. |
 |
BAHIA.
Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais. Bahia azul:
saneamento ambiental e bem-estar social = Bahia azul: environmental sanitation
social welfare. Bahia, 2006.
Traz
o Programa Bahia Azul como um marco na infra-estrutura urbana na Bahia.
Mostra os resultados e os dados mais recentes do programa. |
 |
Brasil.
Ministério da Integração Nacional. Secretaria de Infra-estrutura Hídrica. Manual
operativo para reassentamento em decorrência de processos de desapropriação
para construção de reservatórios públicos. Brasília, 2006. 32 p.
Estabelece
procedimentos relativos a desapropriação das terras, reassentamento das
famílias localizadas no sítio da obra e a participação das pessoas e
autoridades locais no acompanhamento das ações do empreendimento. Preconiza o
diálogo com o setor público responsável pela obra e a empresa construtora,
criando assim, um ambiente democrático durante toda a fase de execução da
barragem. |
 |
IVANOVA,
Maria H.; ESTY, Daniel C. Governança ambiental global. São Paulo:
Senac, 2005.
Reúne
importantes peças de debates sobre governança ambiental e a todos, abodando
questões essenciais de maneira acessível e sugerindo caminhos viáveis para
uma participação efetiva de governos, organizações não-governamentais,
empresas e indivíduos. |
 |
BONOTTO,
Daniel Marcos. Radioatividade nas águas: da Inglaterra ao Guarani. São
Paulo: Unesp, 2004.
O
autor estuda a presença de urânio e radônio na natureza e a sua transferência
de rochas e solos sob condições controladas de laboratório. Enfoca ainda os
mecanismos de enriquecimento do urânio em águas subterrâneas de Aqüífero Cárstico,
a dissolução de urânio em granitos e solos e mecanismos de transferência de
radônio para as águas. |
 |
JR.
ROBES, Antonio; BONELLI, Valério Vitor. Gestão da qualidade e do meio
ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas,
2005.
Objetiva
contribuir para o gerenciamento da qualidade e do meio ambiente focado nos
aspectos econômicos, financeiros e patrimoniais. |
 |
KAHTOUNI,
Saide. Cidade das águas. São Carlos: Rima, 2004
Trata
das relações entre São Paulo e seus recursos hídricos desde o nascimento da
cidade até os dias atuais. Discute as conseqüências sobre a paisagem urbana e
seu ambiente das escolhas e aplicações tecnológicas que passam a remodelar os
rios da cidade, ampliando a oferta de solo para ocupação urbana. |
 |
BRUNA,
Sérgio Varella. Agências reguladoras: poder normativo: consulta
pública: revisão judicial. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003.
287 p.
A
discussão seguinte tem o cunho de um contraponto entre o poder regulamentar e
a atividade normativa, quando Sérgio Bruna aprofunda os conceitos das várias
espécies de regulamento, enfrentando a questão da legalidade, da
discricionariedade e da razoabilidade. |